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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Prince of Persia HD





A Ubisoft continua trazendo clássicos de outras gerações de consoles para o PS3. Agora é a vez de uma das mais consagradas série da geração PS2: Price of Persia. Confira o review completo desta coletânea:
Dando um trato no visual 
Assim como outras empresas, a Ubisoftinveste em uma fórmula lucrativa e nem um pouco trabalhosa: relançar sucesso de venda e criticas em alta definição para os consoles atuais. Além de Prince of Persia, Splinter Cell também foi outro escolhido para integrar essa lista de clássicos.  
Porém esses relançamentos não agradam a todos. Para aqueles que, por algum motivo, não tiveram a oportunidade de jogar esses títulos no auge de seus lançamentos, é uma oportunidade de ouro, ainda mais sabendo que não precisarão torcer o nariz diante de gráficos mais simples devido a definição dos consoles mais antigos (como PS2 e Xbox).  
Mas se você já jogou, e em alguns casos até possui esses títulos empoeirados na sua prateleira, não há nada de muito interessante em correr para adquiri-los novamente. Talvez os grandes atrativos sejam os troféus (algo que ainda não existia no PS2) e o suporte ao efeito 3D em televisões compatíveis com essa tecnologia. Ainda sobre o efeito, é preciso destacar o quanto o efeito traz um atrativo a mais em alguns jogos dessa coletânea.  

Prince of Persia – The Sands of Time
 O mais antigo titulo da coletânea (lançado originalmente em 2003) é também o que mais merece destaque. A começar pelo capricho em seu visual. Os gráficos do jogo sempre foram bastante poligonais, conseqüência da tecnologia que ainda não era tão eficiente quanto à de hoje em dia. Mesmo assim, em comparação com outros títulos da época, sempre foi uma referencia.  
Agora a sua “nova” versão trás esses gráficos texturizados de forma muito eficiente, fazendo com que esses polígonos em excesso fiquem bem escondidos diante do belo contraste aplicado, tanto nos personagens quanto nos cenários. 
O que não mudou nada foi em relação a jogabilidade. O jogo ainda continua apresentado irritantes problemas no controle, sendo o mais grave deles em relação a direção desejada na hora de saltar para uma outra plataforma ou coluna. Diversas vezes o personagem insiste em não obedecer a direção indicada no controle, o que causa uma enorme frustração aos jogadores menos pacientes.  
O jogo possui suporte ao efeito 3D, mas não consegue executar com a mesma eficiência dos outros títulos. Boa parte desse problema foi relacionado ao cuidado em modelar os polígonos sobressalentes, o que acabou implicando nos destaques que deveriam receber o efeito acima de uma outra camada, em outras palavras, os elementos que deveriam se destacar no 3D (personagens e sensação de profundidade do cenário) não conseguem sobressair.  
Prince of Persia – Warrior Within  
Considerado por muitos como o melhor game da franquia, Warrior Within se tornou popular por ser mais voltado ao combate do que as famosas escaladas que dão fama a série. O jogo mantém um ritmo frenético desde a primeira animação, que mostra o herói fugindo do demônio Dahaka. 
O jogo também ficou conhecido por apresentar um enredo mais sério e com pitadas mais sombrias, diferente das aventuras inocentes das versões anteriores, além de trabalhar bastante o enredo, que consiste em viajar no tempo com o artefato mágico: Adaga do Tempo. 
Os gráficos ficaram bem parecidos com o que foi executado em The Sands of Time, entretanto o visual do game ajudou bastante o processo, afinal Warrior Within já não apresentava tantos polígonos quanto seu antecessor. Mas incomoda bastante o áudio do jogo, que parece não ter recebido cuidado algum, deixando os efeitos sonoros um tanto irritantes e ultrapassados. 
Prince of Persia – The Two Thrones 
O ultimo titulo da trilogia para a geração anterior de consoles é o que mais fica devendo em sua versão HD. A começar pelos gráficos, que se mostram mais vivos, entretanto ainda deixam a mostra o personagem e os inimigos bem poligonais. O jogo também possui um aspecto pouco trabalhado em função das cores e sombras, ou seja, ou em determinados momentos o jogador de depara com cenários muito coloridos ou bem escuros.
Porém, curiosamente, é o jogo que melhor se encaixa ao efeito 3D, dando uma excelente sensação de profundidade sem comprometer os elementos dos cenários, pelo contrário, é até possível identificar pontos cruciais graças a esse efeito.  
A jogabilidade, assim como nos outros títulos, não foi alterada, e continua apresentado sérios problemas de deslocamento entre plataformas e colunas. Mas para aqueles que estão acostumados com os jogos da série, sabem que mesmo os títulos mais recentes (da atual geração de consoles) ainda apresentam essa “maldição”. 

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